Por [GAIAN]
As vezes deitado, em silêncio, tantas frases lindas sem formam em meu pensamento... incrível essa capacidade que nossa mente – em estado de relaxamento – possui. Tento até lembrar depois para escrever, mas não sai do mesmo jeito. Já que percebi que não darei conta de reproduzir meus “picos poéticos”, vou deixar meus dedos “voarem” [risos] pelas próximas linhas.
Tem uns bons dias que venho ensaiando em publicar. Já tinha até algum material digitado [tenho mania de escrever], mas preferi deixar o momento me dirigir na produção desse texto.
Por muitos anos na vida, tive uma vida um tanto mecânica, regrada. De certo modo, até me sentia seguro, por achar que vivia de modo extremamente organizado. Não que não seja bom ter a vida em ordem, mas essa em demasia também te deixa um pouco, digamos, “quadrado” [risos].
Até tentava me divertir. Saía, viajava, mas não conseguia “desligar”. O botãozinho “on” ficava noite e dia. Resumindo: quase “torrei”.
Bom, mas porque comecei falando disso tudo? Vamos lá...
Por esses dias, observei um casalzinho tão bonitinho andando de mãos dadas. Estavam observando as vitrines de lojas. Pude perceber que eram pessoas simples, mas estavam tão felizes...
Fiz uma rápida auto-análise e percebi que nesses últimos anos, praticamente passeei de “mãos dadas” com compromissos e preocupações, numa confusão total. Pode parecer hilário [e é engraçado mesmo], mas senti falta de uma mão para segurar naquele momento...
É complicada essa vida. Passamos anos “enfiados” em livros, perdendo sono com avaliações, tendo queimações no estômago com tanto café tomado [para agüentar o sono do dia seguinte, fruto de uma noite tão mal dormida] e tantas outras situações [acredito que cada um tem muito para contar]. Não me encontro em um momento tão estressante assim atualmente, mas “coleciono” uma série de histórias já vividas em tão poucos anos.
De certo modo, mesmo que seja em tom de desabafo, carinhosamente peço para que cada um que ler esse texto, pare para pensar no “rumo” que estão tomando. Lutar, crescer e desenvolver – tanto na vida como no amor – é a receita ideal, equilibrada e que dá um bom sabor à vida. Vale a pena amar sim e nunca é tarde para o mesmo!
Um forte abraço e até a próxima.









